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16h (10 min): Apresentação de dança
"...Os desajustados. As pecinhas redondas nos buracos quadrados. Aqueles que enxergam diferente... Você pode citá-los, discordar deles, glorificá-los ou não. Mas a única coisa que você não pode fazer é ignorá-los. Porque eles mudam as coisas. Eles empurram a raça humana para evolução. E, enquanto alguns os vêem como loucos, nós os vemos como gênios. Porque as pessoas loucas o suficiente para achar que podem mudar o mundo...
São as que mudam!”
Em evento alusivo a semana da água promovido pelo CEFOR-RS, neste primeiro de outubro, no salão paroquial da igreja matriz de Gravataí, aproximadamente duzentas crianças de creches comunitárias participaram das atividades. Entre oficinas e ações lúdicas a Onda Socioambiental levou uma atividade de conscientização e conduta responsável que os baixinhos podem adotar desde já para melhorar a qualidade de vida da comunidade e das águas que utilizamos. Com a coordenação da voluntária Amanda Rocha, coordenadora do núcleo de jovens voluntários da Onda, as crianças tiveram a real noção do perigo que representa a dengue, doença ligada diretamente a falta de cuidado com as águas paradas além dos devastadores efeitos da poluição que causamos aos rios com o inadequado descarte de óleo vegetal saturado, que, infelizmente, ainda é despejado pelo ralo das pias domésticas.
Neste feriadão de comemoração a revolução farroupilha os voluntários da Onda Socioambiental passaram o sábado e o domingo percorrendo a cidade com a nobre missão de distribuir mais de cem quilos de alimentos à instituições que auxiliam, com refeições, comunidades em situação de vulnerabilidade social. Entre sociedades espíritas, grupos de mobilização social e comunidades terapêuticas de recuperação de dependentes químicos, foram atendidas cinco instituições que beneficiam, juntas, famílias de oito bairros diferentes.
Conceitos básicos de comportamento ético e cidadão são abordados nesta incursão à temática da água e a relação do ser humano urbano com o meio ambiente. A proposta da ação, segundo a coordenadora executiva do projeto, a voluntária Josiane Valentim, é relacionar as questões vividas no cotidiano, exemplos próximos das crianças com a situação de degradação da natureza e suas consequências para o seu próprio futuro, através de atividades lúdicas e pedagógicas.
Enquanto o vazamento de petróleo não é controlado, imagens chocantes de aves cobertas de preto dão uma ideia dos estragos provocados nos EUA.
Você já se deu conta de quantas coisas estão erradas em nosso país quando o assunto é conservação do Meio Ambiente? 

O evento marcou o sucesso das parcerias entre as organizações da sociedade civil: Associação Casa de Caridade Princesa; Associação dos Moradores do Passo da Caveira-AMPC; Associação ONDA Socioambiental do Brasil; Casa da Solidariedade Novo Horizonte-CSNH; Clube de Mães Sagrada Família; União de Apoio a Prevenção a AIDS-UAPA e; Grupo Rosa Choque do Passo da Caveira.Nesta primeira edição do projeto mais de 30 alunos foram beneficiados. A Escola Carlos Bina, parceira da Ong em varias atividades, além de mobilizar seus alunos, que voluntariamente abriram mão de um belo sábado para participar do projeto, também ofereceu infra-estrutura, lanche e almoço para os envolvidos na atividade.
Criado com o intuito de conscientizar os estudantes de Ensino Fundamental e médio para a atual situação do Planeta Terra e do principal rio da região, o Rio Gravataí, o projeto possui material pedagógico e metodologia própria, desenvolvidos pela Onda Socioambiental, que orientado por uma cartilha e material áudio-visual alia teoria e prática. Divido em dois momentos, primeiramente os jovens participaram de uma atividade dentro de sala de aula, para em um segundo momento irem a campo, presenciar a real situação do Rio Gravataí, onde recolheram amostras de águas e resíduos depositados no rio.





